Poemas sobre Saúde Mental: 10 Poemas do Setembro Amarelo para Ler e Compartilhar
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10 poemas sobre saúde mental do Setembro Amarelo: poemas motivacionais, reflexivos e sobre cuidado. Para ler, estudar ou compartilhar com quem você ama.
Se você ou alguém próximo está passando por um momento difícil, o CVV (Centro de Valorização da Vida) atende 24 horas pelo telefone 188 ou pelo chat em cvv.org.br. Você não precisa estar sozinho.
A poesia sobre saúde mental tem um lugar especial: ela nomeia o que é difícil de dizer, acolhe o que parece inominável e cria pontes entre quem sofre e quem quer ajudar. Em setembro, mês da campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio, esses versos ganham ainda mais urgência.
Esta seleção reúne 10 poemas sobre saúde mental e Setembro Amarelo — textos escritos por autores do projeto #DiVersos da Toma Aí Um Poema. São poemas motivacionais, reflexivos e de acolhimento — que falam de dor, de resistência, de recomeço e de afeto. Para ler, para compartilhar, para recitar em sala de aula ou simplesmente para guardar.
Se você está procurando poemas sobre saúde mental com rima, poemas sobre o setembro amarelo, poemas motivacionais curtos ou textos para o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio (10 de setembro) — aqui você encontra.
O que é o Setembro Amarelo?
O Setembro Amarelo é a campanha brasileira de conscientização e prevenção ao suicídio, criada em 2014 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Ao longo de todo o mês de setembro, a campanha incentiva conversas sobre saúde mental, reconhecimento de sinais de sofrimento e a busca por apoio.
A cor amarela foi escolhida em homenagem a Mike Emme, um jovem americano que tirou a própria vida em 1994, cujo carro era amarelo. Seus amigos distribuíram laços amarelos em seu funeral como símbolo de esperança — e a cor foi adotada pelo movimento mundial de prevenção.
Por que a poesia ajuda na saúde mental?
A poesia não substitui o acompanhamento profissional — mas é uma ferramenta poderosa de expressão, elaboração e conexão. Pesquisas na área de saúde mental e arte-terapia apontam que a escrita poética pode:
| Benefício | Como a poesia ajuda |
|---|---|
| Nomear emoções | Dar forma à dor ou à angústia que ainda não tem palavras |
| Reduzir o isolamento | Sentir que outra pessoa já sentiu o que você sente |
| Criar distância saudável | Elaborar experiências difíceis pela linguagem figurada |
| Estimular empatia | Entender a experiência do outro a partir de dentro |
| Abrir conversa | Um poema pode iniciar um diálogo que seria difícil de começar diretamente |
Ler ou escrever poemas sobre saúde mental não é fraqueza — é uma forma de cuidado.
Tabela de referência: os 10 poemas
| # | Título | Autora/Autor | Tom principal |
|---|---|---|---|
| 1 | Não Espere Setembro Chegar | Nina Arcaelo | Apelo ao cuidado contínuo, afeto |
| 2 | Girassol | Julia Monteiro | Esperança, resistência, renovação |
| 3 | Não deixe-me ficar sem você | Jaime Jr. | Acolhimento, presença, solidariedade |
| 4 | Revelação | Heu Lena | Autoconhecimento, vulnerabilidade |
| 5 | Re(d/t)enção | Beatriz Oliveira | Choro como esperança, brevidade |
| 6 | Prefácio (A Rainha Louca) | Camila Lauar | Luta pessoal, literatura como salvação |
| 7 | Quando o mundo estiver pesado | Maiara Nogueira | Encorajamento, natureza, paciência |
| 8 | Fênix | Jeane Bordignon | Renascimento, resistência, sobrevivência |
| 9 | Setembro Amarelo | Marcelo de Oliveira Souza | Crítica social, aparência x realidade |
| 10 | Ser | Zenilda Ribeiro | Existência, identidade, recomeço |

Nina Arcaelo – Não Espere Setembro Chegar
Janeiro, fevereiro
Março, abril
Maio, junho
Julho, agosto
E tu esperas setembro chegar
Pra perguntar
Se teu amigo tá bem?
Pra aparentar
Que se importa com a saúde mental de outrém?
Pra disfarçar
Uma falta de afeto e desdém?
Todo mundo quer sumir um pouquinho
E as vezes é muito bom mesmo
Mas também é bom tirar um tempinho
Pra mostrar um afeto, um carinho
Com quem só quer paz e respeito
E pode precisar de ti
Pra recomeçar
Pare pra pensar, se coloque no lugar
A pessoa pode ter ficado sem jeito
De te pedir pra lhe ajudar
Foram meses em desespero
E ela não queria te preocupar
Só queria um aconchego
Mas não tinha forças pra falar
Então, acolha em tempo
Não espere setembro chegar
Sobre o poema: A enumeração dos meses no início é o recurso mais preciso do poema — cada mês listado é um mês em que alguém pode ter precisado e não recebeu atenção. Nina Arcaelo transforma o calendário em acusação gentil: o cuidado não pode ser sazonal. Um dos poemas sobre saúde mental mais compartilhados desta seleção.
Julia Monteiro – Girassol
Com todas as pressas do mundo moderno
E mesmo que a paz pareça distante
O tempo resolve tudo adiante
Com serenidade e um abraço fraterno
Até o girassol se recolhe no inverno
Olhar para dentro por mais que um instante
Há de trazer compreensão confiante
Que nem mesmo o pesar irá ser eterno
Lutar com coragem contra as sombras da mente
Ainda que a dor pareça insistente
Entender que a fuga não é a saída
Ao cultivar novamente o girassol do jardim
Sentirá a primavera que chega e enfim
Voltará a enxergar as cores da vida
Sobre o poema: Julia Monteiro usa a forma clássica do soneto para falar de saúde mental — e essa escolha é significativa: a estrutura rigorosa sustenta a mensagem de que há forma mesmo no caos interior. O girassol que se recolhe no inverno não morreu: ele espera. Um poema sobre saúde mental com rima que funciona tanto para leitura íntima quanto para recitação. Para entender melhor a estrutura do soneto, leia nosso guia sobre técnicas de versificação.
Jaime Jr. – Não deixe-me ficar sem você: uma Ode a vida!
Nas noites em que o choro é abafado no travesseiro
E as lágrimas se misturam com a água do chuveiro
Cada minuto que se passa traz consigo o seu torpor
A existência é em si um momento de intensa dor
As palavras são vazias e nada mais faz sentido
O interior está todo oco e precisa ser preenchido
Justamente nessa hora de lamento e solidão
Faz diferença um ombro amigo, de alguém que estenda a mão
Não é preciso nenhuma palavras nesse momento
Não se deve tentar achar culpado ou fazer julgamento
É hora do olhar acolhedor que diz: vem cá, me abraça!
E de maneira silenciosa mostrar que a vida é bela e que tudo isso passa.
Sobre o poema: Jaime Jr. descreve com precisão a fenomenologia da crise — choro abafado, vazio interior, palavras que perdem sentido. E então aponta para o que pode ajudar: não palavras, não julgamentos, mas presença. O silêncio acolhedor como ato de cuidado. Um poema motivacional que entende que motivar nem sempre significa discursar.
4. Heu Lena — Revelação
meter as unhas na carne
rasgar inteiro o meu peito
expor bem pelado e indecente
esse coração vermelho incandescente
pra que vejam como sou
como sou?
pra que eu veja a minha alma
escancarar bem a boca
virar a cara no avesso
sair do meu calabouço
descobrir o meu começo
e saber qual é meu fim
Sobre o poema: Heu Lena escreve sobre o impulso de se revelar — de ser visto por inteiro, não apenas pela superfície. A imagem do coração “pelado e indecente” é de uma honestidade que machuca e liberta ao mesmo tempo. O poema faz uma pergunta sem resposta: “como sou?” — e essa abertura é ela mesma uma forma de saída do calabouço.
5. Beatriz Oliveira — Re(d/t)enção
Quando eu chorar
Cachoeira não vai ser suficiente
Inundação vai ser rio pequeno,
Mar aberto mar morto,
E saudade só uma lembrança
Se eu chorar, Espero que seja de esperança.
Sobre o poema: Em sete linhas, Beatriz Oliveira constrói uma hipérbole crescente — cachoeira, inundação, mar — e então resolve com a esperança. O jogo do título (redução + redenção) já antecipa a ambiguidade: algo que diminui pode também resgatar. Um dos poemas motivacionais curtos mais intensos desta seleção.
6. Camila Lauar — Prefácio (A Rainha Louca)
Estou terminando um livro
Que fala sobre minha aventura
Lutando contra o suicídio
De forma muito madura
Há um caos na minha fala
E uma angústia na minha redenção
É difícil ficar em paz
Lidando com a ilusão
Nada mais faz sentido
E eu não sinto felicidade
Aproximar-me dos meus sonhos
Machuca-me com crueldade
Desisto antes de começar
Não vou mais adiante
Essa poesia me leva para um lugar
Que me é muito distante
Mas chora o coração
E arrebenta as amarras
Que restringem o meu amor
Para a arte que algazarra
Profunda eu me torno
E demonstro em meus versos
A devoção que tenho pela literatura
E pelos sentimentos controversos
Sobre o poema: Camila Lauar escreve sobre escrever — a literatura como território de sobrevivência e elaboração. O poema é o prefácio de um livro sobre lutar contra o suicídio, e essa metalinguagem é poderosa: a escrita que narra a própria luta já é, em si, um ato de continuar. “Essa poesia me leva para um lugar que me é muito distante” — a arte como passagem para onde a dor ainda não chegou.
7. Maiara Nogueira — Quando o Mundo Estiver Pesado
Quando este mundo estiver pesado demais para carregar
Quando as forças dos dias parecerem faltar para continuar
E os olhos de tão cansados de não ver chorar
É sinal de que se está vivo
E só o que vive pode sentir transbordar
A derrota nos traz o choro Nos põe no chão
E por que o incômodo
Se a água foi feita pra lavar?
A alma sedenta
Clama pela chuva que só a lágrima pode trazer
E saciar
Quando essa vida parecer insustentável demais para viver
Tem-se que lembrar Até as densas tempestades
Uma hora tem que ceder
Pra dá lugar ao sol
Que chega junto com um sorriso seu
Passe pelas etapas
Haja naturalmente, converse
E me ilumine, por favor.
Sobre o poema: Maiara Nogueira requalifica o choro: não é fraqueza, é sinal de vida. A metáfora da chuva e do sol segue o ritmo natural das tempestades — elas passam. O pedido final — “me ilumine, por favor” — transforma o leitor em interlocutor ativo. Um poema sobre saúde que fala de dentro para fora.
8. Jeane Bordignon — Fênix
De todas as guerras
Renascemos
Vida fulge vitoriosa
Nos corações cansados.
A mesma brisa
Que nos refresca o rosto
Sopra as cinzas
De cada peito
Que ardeu em desespero…
Do fogo fez-se luz,
A chama que nos grita:
— Acorda!
Ainda não é a hora!
Abrir os olhos
Deixar rasgar a alma
Transcender
O inferno de si mesmo
Como conseguimos?
Nem nós sabemos
Mas de pé estamos
Mas uma vez.
Sobre o poema: Jeane Bordignon usa o mito da fênix para falar de sobrevivência — não como vitória gloriosa, mas como algo quase inexplicável: “Como conseguimos? / Nem nós sabemos / Mas de pé estamos.” A honestidade dessa incerteza é o que torna o poema tão real. Um poema reflexivo sobre resistência que não romantiza o processo.
9. Marcelo de Oliveira Souza — Setembro Amarelo
Da independência,
Fez-se nação,
Na alegria da comunhão,
Da sociedade,
Vem logo a pressão,
Todo mundo uniforme,
Não é humano, não.
Dentro desse aspecto,
A tecnologia, é comunhão.
Todo mundo feliz,
Na rede do seu coração.
E lá no íntimo,
Não é verdade, não.
Só depois de tanta angústia,
Alguns não suportam não,
Culminando na autodestruição.
Nesse dilema,
Prestemos atenção,
Que às vezes
Os mais “felizes”
Escondem uma profunda
Depressão.
Sobre o poema: Marcelo conecta a pressão social por conformidade e felicidade aparente com o sofrimento invisível. A tecnologia como “comunhão” que isola em vez de conectar. “Os mais felizes / Escondem uma profunda / Depressão” — uma observação que ressoa especialmente no contexto das redes sociais.
10. Zenilda Ribeiro — Ser
Sou apenas um ser
Que buscando ser
Procura na inteireza, ser
E na busca por meu ser
Neste querer ser
Por vezes vejo que ser
Envolve também padecer
Porque não se consegue ser
Sem romper a bolha e nascer
Sem passar pela dor do nascer
Desde o primeiro nascer
Ao nascer diário pra ser
Sendo sempre quem sou
Sem abrir mão de ser
Sem abrir mão de crescer
E do querer ser
E do crer ser
Aquilo que quero ser
Na minha inteireza, ser.
Sobre o poema: Zenilda Ribeiro constrói o poema inteiro sobre a repetição de “ser” — um dos verbos mais fundamentais da língua. A existência como processo de nascer continuamente, de padecer para se tornar. A identidade não como algo dado, mas conquistado a cada dia. Um poema reflexivo sobre a construção de si mesmo que ressoa especialmente em momentos de crise de sentido.
Como usar esses poemas — em sala de aula e no cotidiano
Estes poemas do setembro amarelo são excelentes recursos para diferentes contextos:
| Contexto | Como usar |
|---|---|
| Sala de aula | Leitura em voz alta, rodas de conversa sobre saúde mental, análise de figuras de linguagem |
| Setembro Amarelo | Murais poéticos, saraus escolares, posts nas redes sociais com crédito aos autores |
| Uso pessoal | Compartilhar com quem você ama, escrever em cartões, ler em momentos difíceis |
| Grupos terapêuticos | Facilitar a expressão de emoções por meio de textos que já nomearam o que é difícil dizer |
| Redes sociais | Divulgar com crédito ao autor e ao projeto #DiVersos da TAUP |
Se você está passando por um momento difícil
Os poemas desta seleção falam de dor — e é importante que a dor seja acolhida, não apenas lida. Se você se identificou com algum desses textos de forma muito intensa, considere buscar apoio:
CVV — Centro de Valorização da Vida Telefone: 188 (24 horas, gratuito, de qualquer telefone) Chat: cvv.org.br
Falar sobre o que você sente não é fraqueza. É o primeiro passo para receber o cuidado que você merece.
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Conclusão: a poesia como lugar de cuidado
Poemas sobre saúde mental não curam sozinhos — mas ajudam a nomear, a acolher e a abrir espaço para que o cuidado comece. Os dez textos desta seleção foram escritos por pessoas que sentiram e colocaram em palavras o que tantos de nós carregamos em silêncio.
Se este post chegou até você em setembro — ou em qualquer outro mês do ano — espero que algum desses versos tenha feito companhia. E se você quiser escrever também, a poesia espera por você.
Lembre-se: falar é a melhor solução. Você não está sozinho. CVV: 188.
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Salvador Cabrera Santiago (Vadô Cabrera)
diz:Belos textos para um tema tão importante e preocupante. Parabéns a todos(as) os(as) autores(as). Também escrevo poesias e crônicas e tenho alguns textos/trabalhos publicados no Site: Recanto das Letras. Neste Setembro Amarelo, estou participando de um trabalho sobre o Suicídio, aqui na minha cidade, e gostaria de ler alguns poemas para o público assistido. Isso seria possível? Vocês me permitem? Fraternal Abraço! Vadô Cabrera-Jacareí/SP.
Toma Aí Um Poema
diz:Vadô, muito obrigada pela leitura atenta e pelas palavras generosas. É bonito saber que os textos estão dialogando com ações tão importantes no Setembro Amarelo. Sobre a leitura dos poemas em atividades públicas, o ideal é entrar em contato diretamente com cada autora ou autor, pois os direitos de leitura e uso dos textos pertencem a eles. Assim você consegue alinhar autorizações e, quem sabe, até promover um encontro bonito entre poesia e cuidado. Desejo sucesso no trabalho aí em Jacareí e agradeço pela sensibilidade com o tema. Abraço fraterno.
nyo
diz:eojhggyufu
Ana Cristina Santos
diz:Muito lindo os poemas!
Com uma temática muito interessante Parabéns a todos .
Valcilene ribeiro
diz:Eu amei muito essas palavras , a minha filha ela tem 15 anos de idade e ela tem ansiedade e depressão o nome dela é Sabrina
Adalberto Sermão
diz:As vezes o mundo abstrato é muito mais doloroso que o real e noutras vezes tudo que a pessoa precisa é conversar, não dinheiro, não festas, nem um carro, apenas conversar. Sou poeta angolano e também pretendo conversar com essas pessoas apartir da arte que faço.
Então não esperemos setembro chegar para nós preocuparmos com quem está ao nosso lado.
Yasmin
diz:Em setembro amarelo, a luz se acende,
Para mostrar que a vida sempre surpreende.
Um mês de reflexão, de cuidado e atenção,
Para aqueles que precisam de compreensão.
Setembro amarelo, um mês de esperança,
Onde abrimos os braços para a bonança.
Com palavras de apoio e gestos de amor,
Construímos pontes para um mundo melhor.
Na cor amarela, a mensagem é clara,
Precisamos estar juntos, não importa a cara.
No setembro da prevenção e do cuidado,
A vida ganha força em cada abraço apertado.
Setembro amarelo, tempo de solidariedade,
De estender a mão para quem vive em ansiedade.
Com palavras gentis e ouvidos atentos,
Podemos ser a luz que afasta os tormentos.
Neste setembro amarelo, vamos lembrar,
Que todos têm lutas invisíveis a enfrentar.
Com empatia e compaixão, podemos ajudar,
Aqueles que precisam se levantar e recomeçar.
Lembre-se sempre de que você não está sozinho(a),
Busque ajuda, compartilhe suas dores e encontre o caminho.
Setembro amarelo é um lembrete para todos nós,
De valorizarmos a vida e cuidarmos uns dos outros com amor e apoio.
Suki
diz:Legal 😃 muito bom 👏😃
Lindoca
diz:Que lindo!
Posso citar seus poema na sala de aula?
Yasmin
diz:1. Em setembro amarelo, a luz se acende,
Para mostrar que a vida sempre surpreende.
Um mês de reflexão, de cuidado e atenção,
Para aqueles que precisam de compreensão.
2. Setembro amarelo, um mês de esperança,
Onde abrimos os braços para a bonança.
Com palavras de apoio e gestos de amor,
Construímos pontes para um mundo melhor.
3. Na cor amarela, a mensagem é clara,
Precisamos estar juntos, não importa a cara.
No setembro da prevenção e do cuidado,
A vida ganha força em cada abraço apertado.
4. Setembro amarelo, tempo de solidariedade,
De estender a mão para quem vive em ansiedade.
Com palavras gentis e ouvidos atentos,
Podemos ser a luz que afasta os tormentos.
5. Neste setembro amarelo, vamos lembrar,
Que todos têm lutas invisíveis a enfrentar.
Com empatia e compaixão, podemos ajudar,
Aqueles que precisam se levantar e recomeçar.
Lembre-se sempre de que você não está sozinho(a),
Busque ajuda, compartilhe suas dores e encontre o caminho.
Setembro amarelo é um lembrete para todos nós,
De valorizarmos a vida e cuidarmos uns dos outros com amor e apoio.
Gabriel Bueno
diz:Fala da dor que aí dentro estar para fora o suspiro,
Que tira a vontade que vive e a alegria.
Fale, pessoa abatida.
Para que sua dor seja falada, abraçada e ouvida, para outros seja acudida.
Fale dos medos e as agonias, do falar vem a cura, para que na vida escura, brilhe uma luz, para viver outra vez.
Lindoca
diz:Posso ler seu poema na sala de aula?
Clarice Alves
diz:Parabéns!!! Gratidão a todos as publicações aqui feitas. Com carinho, Clarice Alves.
lorena Barreto
diz:quando o mundo estiver dificil de carregar
e parecer que voce nao vai aguentar
e os olhos ja começando a lacrimejar
e sinal de que voce esta vivo(a)
pois so o que se vive
sentimos transbordar
fique tranquilo(o)
quando a tristeza ou o desespero bater
estamos nessa com voce