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Poemas sobre Saúde Mental: 10 Poemas do Setembro Amarelo para Ler e Compartilhar

Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/uschi_du-6837866/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3526901">Uschi Dugulin</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=3526901">Pixabay</a>

10 poemas sobre saúde mental do Setembro Amarelo: poemas motivacionais, reflexivos e sobre cuidado. Para ler, estudar ou compartilhar com quem você ama.


Se você ou alguém próximo está passando por um momento difícil, o CVV (Centro de Valorização da Vida) atende 24 horas pelo telefone 188 ou pelo chat em cvv.org.br. Você não precisa estar sozinho.


A poesia sobre saúde mental tem um lugar especial: ela nomeia o que é difícil de dizer, acolhe o que parece inominável e cria pontes entre quem sofre e quem quer ajudar. Em setembro, mês da campanha Setembro Amarelo de prevenção ao suicídio, esses versos ganham ainda mais urgência.

Esta seleção reúne 10 poemas sobre saúde mental e Setembro Amarelo — textos escritos por autores do projeto #DiVersos da Toma Aí Um Poema. São poemas motivacionais, reflexivos e de acolhimento — que falam de dor, de resistência, de recomeço e de afeto. Para ler, para compartilhar, para recitar em sala de aula ou simplesmente para guardar.

Se você está procurando poemas sobre saúde mental com rima, poemas sobre o setembro amarelo, poemas motivacionais curtos ou textos para o Dia Mundial da Prevenção ao Suicídio (10 de setembro) — aqui você encontra.


O que é o Setembro Amarelo?

O Setembro Amarelo é a campanha brasileira de conscientização e prevenção ao suicídio, criada em 2014 pelo Centro de Valorização da Vida (CVV), pelo Conselho Federal de Medicina (CFM) e pelo Conselho Federal de Psicologia (CFP). Ao longo de todo o mês de setembro, a campanha incentiva conversas sobre saúde mental, reconhecimento de sinais de sofrimento e a busca por apoio.

A cor amarela foi escolhida em homenagem a Mike Emme, um jovem americano que tirou a própria vida em 1994, cujo carro era amarelo. Seus amigos distribuíram laços amarelos em seu funeral como símbolo de esperança — e a cor foi adotada pelo movimento mundial de prevenção.


Por que a poesia ajuda na saúde mental?

A poesia não substitui o acompanhamento profissional — mas é uma ferramenta poderosa de expressão, elaboração e conexão. Pesquisas na área de saúde mental e arte-terapia apontam que a escrita poética pode:

BenefícioComo a poesia ajuda
Nomear emoçõesDar forma à dor ou à angústia que ainda não tem palavras
Reduzir o isolamentoSentir que outra pessoa já sentiu o que você sente
Criar distância saudávelElaborar experiências difíceis pela linguagem figurada
Estimular empatiaEntender a experiência do outro a partir de dentro
Abrir conversaUm poema pode iniciar um diálogo que seria difícil de começar diretamente

Ler ou escrever poemas sobre saúde mental não é fraqueza — é uma forma de cuidado.


Tabela de referência: os 10 poemas

#TítuloAutora/AutorTom principal
1Não Espere Setembro ChegarNina ArcaeloApelo ao cuidado contínuo, afeto
2GirassolJulia MonteiroEsperança, resistência, renovação
3Não deixe-me ficar sem vocêJaime Jr.Acolhimento, presença, solidariedade
4RevelaçãoHeu LenaAutoconhecimento, vulnerabilidade
5Re(d/t)ençãoBeatriz OliveiraChoro como esperança, brevidade
6Prefácio (A Rainha Louca)Camila LauarLuta pessoal, literatura como salvação
7Quando o mundo estiver pesadoMaiara NogueiraEncorajamento, natureza, paciência
8FênixJeane BordignonRenascimento, resistência, sobrevivência
9Setembro AmareloMarcelo de Oliveira SouzaCrítica social, aparência x realidade
10SerZenilda RibeiroExistência, identidade, recomeço
Imagem de Uschi Dugulin por Pixabay

Nina Arcaelo  – Não Espere  Setembro Chegar

Janeiro, fevereiro

Março, abril

Maio, junho

Julho, agosto

E tu esperas setembro chegar

Pra perguntar

Se teu amigo tá bem?

Pra aparentar

Que se importa com a saúde mental de outrém?

Pra disfarçar

Uma falta de afeto e desdém?

Todo mundo quer sumir um pouquinho

E as vezes é muito bom mesmo

Mas também é bom tirar um tempinho

Pra mostrar um afeto, um carinho

Com quem só quer paz e respeito

E pode precisar de ti

Pra recomeçar

Pare pra pensar, se coloque no lugar

A pessoa pode ter ficado sem jeito

De te pedir pra lhe ajudar

Foram meses em desespero

E ela não queria te preocupar

Só queria um aconchego

Mas não tinha forças pra falar

Então, acolha em tempo

Não espere setembro chegar

Sobre o poema: A enumeração dos meses no início é o recurso mais preciso do poema — cada mês listado é um mês em que alguém pode ter precisado e não recebeu atenção. Nina Arcaelo transforma o calendário em acusação gentil: o cuidado não pode ser sazonal. Um dos poemas sobre saúde mental mais compartilhados desta seleção.


Julia Monteiro  – Girassol

Com todas as pressas do mundo moderno

 E mesmo que a paz pareça distante

 O tempo resolve tudo adiante

 Com serenidade e um abraço fraterno

 Até o girassol se recolhe no inverno 

 Olhar para dentro por mais que um instante

 Há de trazer compreensão confiante

 Que nem mesmo o pesar irá ser eterno

Lutar com coragem contra as sombras da mente 

Ainda que a dor pareça insistente 

Entender que a fuga não é a saída

Ao cultivar novamente o girassol do jardim

Sentirá a primavera que chega e enfim

Voltará a enxergar as cores da vida

Sobre o poema: Julia Monteiro usa a forma clássica do soneto para falar de saúde mental — e essa escolha é significativa: a estrutura rigorosa sustenta a mensagem de que há forma mesmo no caos interior. O girassol que se recolhe no inverno não morreu: ele espera. Um poema sobre saúde mental com rima que funciona tanto para leitura íntima quanto para recitação. Para entender melhor a estrutura do soneto, leia nosso guia sobre técnicas de versificação.


Jaime Jr. – Não deixe-me ficar sem você: uma Ode a vida!

Nas noites em que o choro é abafado no travesseiro

E as lágrimas se misturam com a água do chuveiro

Cada minuto que se passa traz consigo o seu torpor

A existência é em si um momento de intensa dor

As palavras são vazias e nada mais faz sentido

O interior está todo oco e precisa ser preenchido

Justamente nessa hora de lamento e solidão

Faz diferença um ombro amigo, de alguém que estenda a mão

Não é preciso nenhuma palavras nesse momento

Não se deve tentar achar culpado ou fazer julgamento

É hora do olhar acolhedor que diz: vem cá, me abraça!

E de maneira silenciosa mostrar que a vida é bela e que tudo isso passa.

Sobre o poema: Jaime Jr. descreve com precisão a fenomenologia da crise — choro abafado, vazio interior, palavras que perdem sentido. E então aponta para o que pode ajudar: não palavras, não julgamentos, mas presença. O silêncio acolhedor como ato de cuidado. Um poema motivacional que entende que motivar nem sempre significa discursar.


4. Heu Lena — Revelação

meter as unhas na carne
rasgar inteiro o meu peito
expor bem pelado e indecente
esse coração vermelho incandescente
pra que vejam como sou
como sou?
pra que eu veja a minha alma
escancarar bem a boca
virar a cara no avesso
sair do meu calabouço
descobrir o meu começo
e saber qual é meu fim

Sobre o poema: Heu Lena escreve sobre o impulso de se revelar — de ser visto por inteiro, não apenas pela superfície. A imagem do coração “pelado e indecente” é de uma honestidade que machuca e liberta ao mesmo tempo. O poema faz uma pergunta sem resposta: “como sou?” — e essa abertura é ela mesma uma forma de saída do calabouço.


5. Beatriz Oliveira — Re(d/t)enção

Quando eu chorar
Cachoeira não vai ser suficiente
Inundação vai ser rio pequeno,
Mar aberto mar morto,
E saudade só uma lembrança
Se eu chorar, Espero que seja de esperança.

Sobre o poema: Em sete linhas, Beatriz Oliveira constrói uma hipérbole crescente — cachoeira, inundação, mar — e então resolve com a esperança. O jogo do título (redução + redenção) já antecipa a ambiguidade: algo que diminui pode também resgatar. Um dos poemas motivacionais curtos mais intensos desta seleção.


6. Camila Lauar — Prefácio (A Rainha Louca)

Estou terminando um livro
Que fala sobre minha aventura
Lutando contra o suicídio
De forma muito madura

Há um caos na minha fala
E uma angústia na minha redenção
É difícil ficar em paz
Lidando com a ilusão

Nada mais faz sentido
E eu não sinto felicidade
Aproximar-me dos meus sonhos
Machuca-me com crueldade

Desisto antes de começar
Não vou mais adiante
Essa poesia me leva para um lugar
Que me é muito distante

Mas chora o coração
E arrebenta as amarras
Que restringem o meu amor
Para a arte que algazarra

Profunda eu me torno
E demonstro em meus versos
A devoção que tenho pela literatura
E pelos sentimentos controversos

Sobre o poema: Camila Lauar escreve sobre escrever — a literatura como território de sobrevivência e elaboração. O poema é o prefácio de um livro sobre lutar contra o suicídio, e essa metalinguagem é poderosa: a escrita que narra a própria luta já é, em si, um ato de continuar. “Essa poesia me leva para um lugar que me é muito distante” — a arte como passagem para onde a dor ainda não chegou.


7. Maiara Nogueira — Quando o Mundo Estiver Pesado

Quando este mundo estiver pesado demais para carregar
Quando as forças dos dias parecerem faltar para continuar
E os olhos de tão cansados de não ver chorar
É sinal de que se está vivo
E só o que vive pode sentir transbordar
A derrota nos traz o choro Nos põe no chão
E por que o incômodo
Se a água foi feita pra lavar?
A alma sedenta
Clama pela chuva que só a lágrima pode trazer
E saciar
Quando essa vida parecer insustentável demais para viver
Tem-se que lembrar Até as densas tempestades
Uma hora tem que ceder
Pra dá lugar ao sol
Que chega junto com um sorriso seu
Passe pelas etapas
Haja naturalmente, converse
E me ilumine, por favor.

Sobre o poema: Maiara Nogueira requalifica o choro: não é fraqueza, é sinal de vida. A metáfora da chuva e do sol segue o ritmo natural das tempestades — elas passam. O pedido final — “me ilumine, por favor” — transforma o leitor em interlocutor ativo. Um poema sobre saúde que fala de dentro para fora.


8. Jeane Bordignon — Fênix

De todas as guerras
Renascemos
Vida fulge vitoriosa
Nos corações cansados.
A mesma brisa
Que nos refresca o rosto
Sopra as cinzas
De cada peito
Que ardeu em desespero…
Do fogo fez-se luz,
A chama que nos grita:
— Acorda!
Ainda não é a hora!
Abrir os olhos
Deixar rasgar a alma
Transcender
O inferno de si mesmo
Como conseguimos?
Nem nós sabemos
Mas de pé estamos
Mas uma vez.

Sobre o poema: Jeane Bordignon usa o mito da fênix para falar de sobrevivência — não como vitória gloriosa, mas como algo quase inexplicável: “Como conseguimos? / Nem nós sabemos / Mas de pé estamos.” A honestidade dessa incerteza é o que torna o poema tão real. Um poema reflexivo sobre resistência que não romantiza o processo.


9. Marcelo de Oliveira Souza — Setembro Amarelo

Da independência,
Fez-se nação,
Na alegria da comunhão,
Da sociedade,
Vem logo a pressão,
Todo mundo uniforme,
Não é humano, não.
Dentro desse aspecto,
A tecnologia, é comunhão.
Todo mundo feliz,
Na rede do seu coração.
E lá no íntimo,
Não é verdade, não.
Só depois de tanta angústia,
Alguns não suportam não,
Culminando na autodestruição.
Nesse dilema,
Prestemos atenção,
Que às vezes
Os mais “felizes”
Escondem uma profunda
Depressão.

Sobre o poema: Marcelo conecta a pressão social por conformidade e felicidade aparente com o sofrimento invisível. A tecnologia como “comunhão” que isola em vez de conectar. “Os mais felizes / Escondem uma profunda / Depressão” — uma observação que ressoa especialmente no contexto das redes sociais.


10. Zenilda Ribeiro — Ser

Sou apenas um ser
Que buscando ser
Procura na inteireza, ser
E na busca por meu ser
Neste querer ser
Por vezes vejo que ser
Envolve também padecer
Porque não se consegue ser
Sem romper a bolha e nascer
Sem passar pela dor do nascer
Desde o primeiro nascer
Ao nascer diário pra ser
Sendo sempre quem sou
Sem abrir mão de ser
Sem abrir mão de crescer
E do querer ser
E do crer ser
Aquilo que quero ser
Na minha inteireza, ser.

Sobre o poema: Zenilda Ribeiro constrói o poema inteiro sobre a repetição de “ser” — um dos verbos mais fundamentais da língua. A existência como processo de nascer continuamente, de padecer para se tornar. A identidade não como algo dado, mas conquistado a cada dia. Um poema reflexivo sobre a construção de si mesmo que ressoa especialmente em momentos de crise de sentido.


Como usar esses poemas — em sala de aula e no cotidiano

Estes poemas do setembro amarelo são excelentes recursos para diferentes contextos:

ContextoComo usar
Sala de aulaLeitura em voz alta, rodas de conversa sobre saúde mental, análise de figuras de linguagem
Setembro AmareloMurais poéticos, saraus escolares, posts nas redes sociais com crédito aos autores
Uso pessoalCompartilhar com quem você ama, escrever em cartões, ler em momentos difíceis
Grupos terapêuticosFacilitar a expressão de emoções por meio de textos que já nomearam o que é difícil dizer
Redes sociaisDivulgar com crédito ao autor e ao projeto #DiVersos da TAUP

Se você está passando por um momento difícil

Os poemas desta seleção falam de dor — e é importante que a dor seja acolhida, não apenas lida. Se você se identificou com algum desses textos de forma muito intensa, considere buscar apoio:

CVV — Centro de Valorização da Vida Telefone: 188 (24 horas, gratuito, de qualquer telefone) Chat: cvv.org.br

Falar sobre o que você sente não é fraqueza. É o primeiro passo para receber o cuidado que você merece.


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A Toma Aí Um Poema é uma editora literária independente que acredita no poder transformador da poesia. Publicamos autores de todas as experiências — inclusive aqueles que escrevem sobre dor, resistência e cura.

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Conclusão: a poesia como lugar de cuidado

Poemas sobre saúde mental não curam sozinhos — mas ajudam a nomear, a acolher e a abrir espaço para que o cuidado comece. Os dez textos desta seleção foram escritos por pessoas que sentiram e colocaram em palavras o que tantos de nós carregamos em silêncio.

Se este post chegou até você em setembro — ou em qualquer outro mês do ano — espero que algum desses versos tenha feito companhia. E se você quiser escrever também, a poesia espera por você.

Lembre-se: falar é a melhor solução. Você não está sozinho. CVV: 188.

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14 Comentários em “Poemas sobre Saúde Mental: 10 Poemas do Setembro Amarelo para Ler e Compartilhar”

  • Salvador Cabrera Santiago (Vadô Cabrera)

    diz:

    Belos textos para um tema tão importante e preocupante. Parabéns a todos(as) os(as) autores(as). Também escrevo poesias e crônicas e tenho alguns textos/trabalhos publicados no Site: Recanto das Letras. Neste Setembro Amarelo, estou participando de um trabalho sobre o Suicídio, aqui na minha cidade, e gostaria de ler alguns poemas para o público assistido. Isso seria possível? Vocês me permitem? Fraternal Abraço! Vadô Cabrera-Jacareí/SP.

    • Vadô, muito obrigada pela leitura atenta e pelas palavras generosas. É bonito saber que os textos estão dialogando com ações tão importantes no Setembro Amarelo. Sobre a leitura dos poemas em atividades públicas, o ideal é entrar em contato diretamente com cada autora ou autor, pois os direitos de leitura e uso dos textos pertencem a eles. Assim você consegue alinhar autorizações e, quem sabe, até promover um encontro bonito entre poesia e cuidado. Desejo sucesso no trabalho aí em Jacareí e agradeço pela sensibilidade com o tema. Abraço fraterno.

  • nyo

    diz:

    eojhggyufu

  • Ana Cristina Santos

    diz:

    Muito lindo os poemas!
    Com uma temática muito interessante Parabéns a todos .

  • Valcilene ribeiro

    diz:

    Eu amei muito essas palavras , a minha filha ela tem 15 anos de idade e ela tem ansiedade e depressão o nome dela é Sabrina

  • Adalberto Sermão

    diz:

    As vezes o mundo abstrato é muito mais doloroso que o real e noutras vezes tudo que a pessoa precisa é conversar, não dinheiro, não festas, nem um carro, apenas conversar. Sou poeta angolano e também pretendo conversar com essas pessoas apartir da arte que faço.
    Então não esperemos setembro chegar para nós preocuparmos com quem está ao nosso lado.

  • Yasmin

    diz:

    Em setembro amarelo, a luz se acende,
    Para mostrar que a vida sempre surpreende.
    Um mês de reflexão, de cuidado e atenção,
    Para aqueles que precisam de compreensão.

    Setembro amarelo, um mês de esperança,
    Onde abrimos os braços para a bonança.
    Com palavras de apoio e gestos de amor,
    Construímos pontes para um mundo melhor.

    Na cor amarela, a mensagem é clara,
    Precisamos estar juntos, não importa a cara.
    No setembro da prevenção e do cuidado,
    A vida ganha força em cada abraço apertado.

    Setembro amarelo, tempo de solidariedade,
    De estender a mão para quem vive em ansiedade.
    Com palavras gentis e ouvidos atentos,
    Podemos ser a luz que afasta os tormentos.

    Neste setembro amarelo, vamos lembrar,
    Que todos têm lutas invisíveis a enfrentar.
    Com empatia e compaixão, podemos ajudar,
    Aqueles que precisam se levantar e recomeçar.

    Lembre-se sempre de que você não está sozinho(a),
    Busque ajuda, compartilhe suas dores e encontre o caminho.
    Setembro amarelo é um lembrete para todos nós,
    De valorizarmos a vida e cuidarmos uns dos outros com amor e apoio.

    • Suki

      diz:

      Legal 😃 muito bom 👏😃

    • Lindoca

      diz:

      Que lindo!
      Posso citar seus poema na sala de aula?

  • Yasmin

    diz:

    1. Em setembro amarelo, a luz se acende,
    Para mostrar que a vida sempre surpreende.
    Um mês de reflexão, de cuidado e atenção,
    Para aqueles que precisam de compreensão.

    2. Setembro amarelo, um mês de esperança,
    Onde abrimos os braços para a bonança.
    Com palavras de apoio e gestos de amor,
    Construímos pontes para um mundo melhor.

    3. Na cor amarela, a mensagem é clara,
    Precisamos estar juntos, não importa a cara.
    No setembro da prevenção e do cuidado,
    A vida ganha força em cada abraço apertado.

    4. Setembro amarelo, tempo de solidariedade,
    De estender a mão para quem vive em ansiedade.
    Com palavras gentis e ouvidos atentos,
    Podemos ser a luz que afasta os tormentos.

    5. Neste setembro amarelo, vamos lembrar,
    Que todos têm lutas invisíveis a enfrentar.
    Com empatia e compaixão, podemos ajudar,
    Aqueles que precisam se levantar e recomeçar.

    Lembre-se sempre de que você não está sozinho(a),
    Busque ajuda, compartilhe suas dores e encontre o caminho.
    Setembro amarelo é um lembrete para todos nós,
    De valorizarmos a vida e cuidarmos uns dos outros com amor e apoio.

  • Fala da dor que aí dentro estar para fora o suspiro,
    Que tira a vontade que vive e a alegria.
    Fale, pessoa abatida.
    Para que sua dor seja falada, abraçada e ouvida, para outros seja acudida.
    Fale dos medos e as agonias, do falar vem a cura, para que na vida escura, brilhe uma luz, para viver outra vez.

    • Lindoca

      diz:

      Posso ler seu poema na sala de aula?

  • Clarice Alves

    diz:

    Parabéns!!! Gratidão a todos as publicações aqui feitas. Com carinho, Clarice Alves.

  • quando o mundo estiver dificil de carregar
    e parecer que voce nao vai aguentar
    e os olhos ja começando a lacrimejar
    e sinal de que voce esta vivo(a)
    pois so o que se vive
    sentimos transbordar
    fique tranquilo(o)
    quando a tristeza ou o desespero bater
    estamos nessa com voce

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