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13 poetas paranaenses nascidas após 1980 que Você Precisa Conhecer

Imagem de <a href="https://pixabay.com/pt/users/armindoferreira-2057094/?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1762031">Armindo Ferreira Armindo</a> por <a href="https://pixabay.com/pt//?utm_source=link-attribution&utm_medium=referral&utm_campaign=image&utm_content=1762031">Pixabay</a>

13 mulheres nascidas após 1980 que estão renovando a poesia paranaense: Jéssica Iancoski, Mabelly Venson, Maria Vitória Rosa e outras vozes da nova geração da literatura do Paraná. Conheça agora.

Quando se fala em nova geração da poesia paranaense, fala-se de mulheres nascidas após 1980 que construíram uma cena literária própria — sem esperar permissão do cânone, sem precisar de espaço nas grandes editoras e sem abandonar umas às outras no processo.

A tradição literária do Paraná tem nomes femininos fundamentais — Julia da Costa no século XIX, Helena Kolody e Alice Ruiz no século XX. Mas as escritoras paranaenses nascidas a partir de 1980 chegaram com outra dinâmica: não são vozes isoladas pedindo passagem. São uma geração que se organiza em coletivos, funda editoras, ganha prêmios nacionais, lança livros no interior do estado, traduz literatura feminista e escreve sobre corpo, maternidade, identidade trans, negritude e resistência — com uma urgência que gerações anteriores raramente puderam ter em público.

Esta seleção apresenta 13 mulheres da nova geração da poesia paranaense — todas nascidas após 1980, com trajetórias pesquisadas, livros reais e presenças ativas na cena literária do estado hoje.


O que define a geração nascida após 1980 na poesia paranaense

A geração de escritoras paranaenses nascidas após 1980 chegou ao campo literário em um momento de transformação profunda: o crescimento das editoras independentes, das redes sociais e dos coletivos literários criou infraestrutura para vozes que o mercado editorial tradicional historicamente ignorava. O resultado é uma cena inédita — coesa, múltipla e com raízes fincadas no Paraná.

O que sustenta essa geração não é coincidência — é estrutura:

O que sustenta a cenaComo se manifesta
Coletivo As MarianasGrupo que articula escritoras paranaenses em projetos, antologias e eventos
Coletivo Vozes EscarlateColetivo feminista artístico que une poesia, performance e resistência
Coletivo MembranaGrupo de escrita experimental sediado em Curitiba
Editora Toma Aí Um Poema (TAUP)Editora-ONG com mais de 60% do catálogo composto por mulheres
Editora DonizelaEditora paranaense com forte presença de autoras locais
Coleção Gralha Azul (TAUP)Projeto que reúne autores paranaenses em publicação coletiva
Prêmio Literário da Cidade de CuritibaPremiação que amplia visibilidade de vozes emergentes

Esses espaços não são cenário — são parte da história literária de cada escritora desta lista.


Tabela de referência: as 13 escritoras

#EscritoraCidadeLivrosDestaque
1Jéssica IancoskiCuritiba10+Finalista Jabuti, fundadora da TAUP
2Mabelly VensonCuritiba4+Tudo Que Queima, apenas mãe, GELO
3Francine CruzCuritiba9Doutoranda UFPR, livro lançado em Buenos Aires
4Julia RaizSão Paulo/Curitiba3 + 2 no preloTradutora, coletivo Membrana
5Daniele RosaCuritiba2Poesia marginal feminista, Conserva Edições
6Ana AgnoloParaná1Na Carne Absoluta — mulher negra, interseccionalidade
7Fernanda RibeireteCuritiba1Estreia com orelha assinada por Luci Collin
8Tânia D’ArcCuritiba3Semifinalista Prêmio Literário da Cidade de Curitiba
9Amanda KristensenCascavel/PR4Doutora em Letras, docente da Unioeste
10Luana HumanaItapejara D’Oeste/PR2Cotidiano Engano — voz do interior paranaense
11Suelen TrevizanParaná2Doutora em Letras, narrativa poética nietzschiana
12Eleonora GomesCuritiba1Instantâneos — artista plástica, Coleção Gralha Azul
13Maria Vitória RosaCuritiba3Mulher trans, atriz, 3 livros em 3 anos

As 13 escritoras

1. Jéssica Iancoski — a editora que escreve com o corpo inteiro

Curitiba | 1996

Escritora, editora, designer gráfica, psicóloga e articuladora cultural. Formada em Letras pela UFPR e em Psicologia pela PUC-PR. Fundadora e presidente da Toma Aí Um Poema — a primeira editora no modelo ONG do Brasil, que já publicou mais de 2 mil autores e produziu mais de 1.500 poemas para plataformas digitais.

Autora de mais de 10 livros, entre eles A Pele da Pitanga (finalista do Prêmio Jabuti 2022), América Xereca (finalista do Prêmio Mix Literário 2022), TexTosterona e Fábulas de Anansi. Vencedora do Prêmio Candango de Literatura (GDF) e do Prêmio Sérgio Mamberti (MinC). Principal curadora do Prêmio Literário da Cidade de Curitiba. Aos 15 anos, teve o poema “Rotina Decadente” reconhecido pela Academia Paranaense de Letras.

Sua poesia une experimentação formal, política de identidade, corpo e linguagem — uma das vozes mais inventivas da poesia brasileira contemporânea.

📸 Instagram: @jessicaiancoski


2. Mabelly Venson — a matemática que escreve sobre o corpo-mulher

Curitiba

Matemática de formação que trocou o concurso público pela literatura. Editora e “parteira de livros” na TAUP. Autora de Tudo Que Queima (TAUP, 2022), apenas mãe (Comala, 2023), GELO (Comala, 2024) e Ciência Poética.

Em suas próprias palavras: “Vendi o carro, larguei o concurso e investi em um sonho todos os recursos que levei 23 anos para juntar. Trabalho em média 12 horas por dia, mais com a escrita dos outros do que com a minha. Vivo de livros? Vivo.”

Sua escrita atravessa o corpo, a maternidade, o trauma e o silêncio — com uma poética que arde, expõe e acolhe. apenas mãe mergulha no puerpério e na depressão pós-parto com honestidade que o gênero raramente permite.

Leia na loja TAUP: Tudo Que Queima 📸 Instagram: @mabellyvenson


3. Francine Cruz — doutoranda, canal Senhora Literatura e escritora premiada

Curitiba

Professora e escritora. Licenciada em Educação Física e Letras Português-Inglês, mestre e doutoranda em Educação pela UFPR. Autora de 9 livros, entre eles Amor, Maybe (Ícone, 2011), A Casa dos Dois Amores (Donizela, 2022) e La Obra Poética de Ana Cristina Cesar: Resignificación del Biografismo (Caravana, 2023) — traduzido para o espanhol e lançado em Buenos Aires.

Seu livro mais recente, (Sobre)Viver e morrer num corpo de mulher (TAUP, 2025), integra a Coleção Gralha Azul e foi lançado no SESC Paço da Liberdade em fevereiro de 2026. A obra mergulha na experiência de ser mulher na contemporaneidade — da infância à maternidade, do corpo ao silêncio.

Vencedora do Prêmio Agente Jovem de Cultura do Ministério da Cultura (2012). Criadora do canal Senhora Literatura no YouTube. Integrante dos coletivos As Marianas e Vozes Escarlate. Pesquisadora da obra de Ana Cristina César.

📸 Instagram: @francinecruzescritora


4. Julia Raiz — pesquisadora, tradutora e voz feminista

São Paulo (origem) / Curitiba

Escritora, pesquisadora e professora. Doutoranda em estudos da tradução, ensaio e crítica literária feminista. Professora no cursinho do Transgrupo Marcela Prado. Militante da Frente Feminista de Curitiba e do Coletivo Membrana.

Autora de diário: a mulher e o cavalo (ContraVento, 2017), megamini p/ vc (7Letras, 2019) e cidade menor (Poesia Primata, 2021). Tem no prelo Metamorfoses do Sr. Ovídio (Arte & Letra) e Bebê tem fascinação por lâmpadas (Chão da Feira). Edita os blogs Totem & Pagu — firma de poesia e Pontes Outras, dedicado à tradução de literatura escrita por mulheres. Mantém o podcast Raiz Lendo Coisas.

Sua pesquisa une tradução, poesia e feminismo — com um olhar que expande as fronteiras do literário para incluir vozes que cruzam línguas, corpos e gêneros.

📸 Instagram: @julia.raiz


5. Daniele Rosa — poesia marginal feminista, entre as frestas

Curitiba

Poeta e mediadora de leitura. Com fortes influências da poesia marginal e feminista — ela mesma define sua poesia como aquela que “busca as frestas, vê embaixo das pedras”. Edita fanzines e publicações artesanais pela Conserva Edições. Integra o coletivo Membrana.

Autora da dramaturgia Perpétuo (Urutau, 2021) e do livro café da manhã com arranha-céus — lançado no Memorial de Curitiba em 2023, com 28 poemas em diálogo com fotografia e concepção gráfica. A obra propõe a ruptura com os lugares-comuns do fazer literário: a poesia para além da palavra escrita.

Foi convidada para roda de leitura na Casa da Leitura Paulo Leminski, colocando seus poemas em diálogo direto com a obra do poeta curitibano. Teve poemas publicados na Feijoada da Meia Noite, Totem & Pagu, Revista Ensaia, Revista Farpa e Jornal Boca do Inferno.


6. Ana Agnolo — identidade, mulher negra e interseccionalidade

Paraná

Autora de Na Carne Absoluta (TAUP), obra que propõe uma investigação sensível e crítica sobre identidade — explorando as tensões entre herança e construção de si. O livro é estruturado em duas partes: Fêmea, que evidencia a marca da história na subjetividade, e Mulher, que se desloca para um campo de reflexão e resistência.

Com um olhar meticuloso e intuitivo, sua escrita conecta o relato pessoal a debates teóricos sobre interseccionalidade e as estruturas sociais que configuram a experiência da mulher negra. A identidade não como entidade fixa, mas como processo orgânico — cada camada de vivência revelando novas possibilidades de existência.

Leia na loja TAUP: Na Carne Absoluta


7. Fernanda Ribeirete — a estreia que “planta flores dentro de nós”

Curitiba

Em abril de 2025, estreou com Um Novo Roteiro para Joana (TAUP), lançado no La Rauxa Café, em Curitiba. A orelha foi assinada pela poeta e professora Luci Collin — que definiu a escrita de Ribeirete como “transbordante” e afirmou que seus poemas “plantam flores dentro de nós”.

Collin escreveu ainda que a poesia de Fernanda “se revela nuns vãos e nuns de repentes, apresenta um argumento de vida atenta” — uma poesia da atenção ao detalhe, das perguntas que ficam, dos devaneios que encontram forma. Uma estreia com linhagem literária já estabelecida.


8. Tânia D’Arc — pedra bruta e delicada

Curitiba

Escritora, redatora e revisora de textos. Integrante do Coletivo Marianas. Autora de O que te escrevo é pedra bruta e delicada (Patuá, 2023) — semifinalista do 1º Prêmio Literário da Cidade de Curitiba (Troféu Capivara, 2024) na categoria Escritor Estreante. Em 2024 lançou também Entraves & entranhas (contos) e O Natal do Beto (infantil).

Seu próprio texto diz: “Só a palavra escrita é capaz de fragmentar o infinito que a gente tem. Mas sou como pedra.”

Uma escritora que não se contém em um único gênero ou registro — e que estreou já semifinalista entre os maiores da cidade.

📝 Saiba mais: coletivomarianas.com/post/taniadarc


9. Amanda Kristensen — doutora em Letras que cruza poesia, memória e linguagem

Cascavel / Paraná

Doutora em Letras e docente da área de Estudos Literários na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste). Faz parte do coletivo As Contistas. Autora de Entre-Terras (2020), Pelas Frestas (2022), Os segredos de vó Trudes (2022, contos infantojuvenis) e (In)significâncias (TAUP, 2024).

(In)significâncias convida o leitor a atravessar os limites da linguagem e repensar os significados que organizam a experiência humana — com escrita provocativa, sensível e imagética que explora as fronteiras entre sentido e vazio, o dito e o indizível.

Em (escre)vendo a vida (Minimalismos), une memória de infância, afeto familiar e linguagem literária: “Sei que fui atendida; talvez não como eu quisesse que fosse, mas como pôde ser.” — a leveza de quem sabe que o peso do passado também pode virar poesia.

Leia na loja TAUP: (In)significâncias


10. Luana Humana — terra fecunda do sudoeste paranaense

Itapejara D’Oeste / interior do Paraná

Formada em Letras Português-Inglês pela UTFPR campus Pato Branco e em Estudos Portugueses e Lusófonos pela Universidade do Minho (Braga, Portugal). Autora de Macabea (Editora Libertinagem) e Cotidiano Engano (TAUP).

Cotidiano Engano é abertura ao dia que não admite o corriqueiro — uma poesia que perfura o verbo: “é necessário ouvir o canto tímido daquele pequeno pássaro que atravessa os versos e se faz prosa.” Uma poesia do sudoeste paranaense que faz a cena literária curitibana se dobrar para o interior.

Sua própria bio define: “terra fecunda que se abre ao broto, raiz que se aprofunda, fruto entre os dedos na semeadura do tempo”. Construiu morada à beira do Rio Chopim — e de lá escreve versos que chegam longe.

Leia na loja TAUP: Cotidiano Engano


11. Suelen Trevizan — Nietzsche, andorinha e narrativa poética

Paraná

Mestra e doutora em Estudos Literários. Docente no curso de Letras Português da Universidade Estadual do Paraná (Unespar). Autora de Sikré (ABC Projetos Culturais, 2024, infantil) e Andanças (TAUP).

Andanças é um percurso estético e filosófico em que o leitor passa por doze figuras — tenista, andorinha, ipê, Rio Pirapó, Sol, formiga, artesã, Nhamandu, menino, intelectual, tolo e lágrima — ao longo das quatro estações do ano. O fio condutor é Zezé, personagem que, à semelhança do espírito livre nietzschiano, erra pelo mundo, transformando-se em cada encontro.

A narrativa poética nasceu simultaneamente a um artigo acadêmico — “Escrita andarilha” — como resposta direta às provocações de Friedrich Nietzsche. Poesia e teoria como irmãs gêmeas: uma escritora que não separa o rigor da sensibilidade.

Leia na loja TAUP: Andanças


12. Eleonora Gomes — instantâneos de uma artista plástica que virou poeta

Curitiba

Artista plástica de formação. Estreou na literatura com Instantâneos (TAUP, 2025), integrante da Coleção Gralha Azul. O livro nasceu no ambiente efêmero das redes sociais — poemas curtos, datados como fragmentos de um diário íntimo compartilhado — e foi transposto para o papel com a mesma intensidade visual de sua origem.

Artista que pensa em imagem antes de pensar em palavra, usa a poesia para registrar pensamentos, afetos e urgências com a precisão de quem está acostumada a enquadrar o mundo. Participou de bate-papo literário no SESC-PR por ocasião do lançamento.

Uma voz que prova que a fronteira entre artes visuais e literatura paranaense é porosa — e que isso é uma riqueza.

Leia na loja TAUP: Instantâneos


13. Maria Vitória Rosa — bruxa, trans, atriz e três livros em três anos

Curitiba

Mulher trans, bruxa, escritora e atriz curitibana. Integrante do Coletivo Marianas. Em três anos, publicou três livros de poesia: Poética pandêmica, hábitos políticos (TAUP, 2023), No limbo (Caravana, 2024) e Apoteose (Donizela, 2025).

Lançou nos espaços mais importantes da cena literária curitibana: Feira Literária do SESC, Biblioteca Pública do Paraná, Livraria Itiban, Feira do Poeta, Casa Pagu e Taba Maraú. Apresentou-se no SESC-PR com o recital “Poética pandêmica, hábitos políticos” e teve poemas publicados na Biblioteca Pública do Paraná no projeto Outras Palavras — Mulheres que circulam pela cidade.

Sua poesia parte de uma identidade política e espiritual — a experiência trans, a pandemia como contexto de produção, a resistência como modo de existir. Uma voz que escreve com urgência e ocupa os espaços com presença.

📝 Saiba mais: coletivomarianas.com/post/maria-vitoria-rosa


O que une essas 13 escritoras

Fio comumComo aparece
Coletivo como sustentaçãoAs Marianas, Vozes Escarlate, Membrana, As Contistas — a cena se faz junto
Editoras independentes como aliadasTAUP, Donizela, Patuá, ContraVento, Libertinagem, Minimalismos — publicar sem o filtro das grandes casas
Corpo como matéria poéticaMaternidade, desejo, identidade trans, negritude, dor, cura — o corpo feminino não como ornamento
Formação acadêmica e escrita literária lado a ladoAmanda (doutora), Suelen (doutora), Julia Raiz (doutoranda), Francine Cruz (doutoranda) — academia e poesia sem hierarquia
TransversalidadePoesia, prosa, performance, tradução, artes plásticas, infantojuvenil — não se contentam com um único formato
Interior do Paraná na cenaLuana Humana vem do sudoeste, Amanda Kristensen de Cascavel — a cena não é só Curitiba

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A Toma Aí Um Poema tem sede em Curitiba e é a editora de várias das escritoras desta lista. Com mais de 60% do catálogo composto por mulheres, acreditamos que a poesia feita por mulheres no Paraná merece espaço, cuidado editorial e distribuição real.

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Conclusão: a poesia feita por mulheres no Paraná é agora

A nova geração da poesia paranaense tem nome, sobrenome e data de nascimento: são mulheres nascidas após 1980 que não esperaram o mercado abriri espaço — criaram o próprio.

De Jéssica Iancoski (1996), que fundou uma editora-ONG e foi ao Jabuti, a Fernanda Ribeirete, que estreou com a bênção de Luci Collin; de Francine Cruz, que levou sua pesquisa para Buenos Aires, a Maria Vitória Rosa, que publicou três livros em três anos nos maiores espaços literários da cidade; de Amanda Kristensen, que une doutorado e poesia sem hierarquia entre os dois, a Luana Humana, que escreve à beira do Rio Chopim no sudoeste do Paraná — estas escritoras paranaenses nascidas após 1980 estão construindo, agora, o que será a referência literária das próximas décadas.

Esta é uma janela para essa geração. O que está do lado de fora é muito maior.

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