Melhores Capas 2025: análise crítica da capa de Bárbara Maria pede para existir, de Flavia Mantovani (capista Jéssica Iancoski)

Entre as Melhores Capas 2025, poucas conseguem equilibrar tão bem impacto imediato e leitura demorada quanto a capa de Bárbara Maria pede para existir, de Flávia Mantovani, assinada pela Capista Jéssica Iancoski. À primeira vista, ela se apresenta com uma clareza quase clássica: fundo branco amplo, tipografia serifada grande e negra no topo, e uma […]
Leia mais »As Crianças, de Luiz Felipe Leprevost — um ensaio íntimo sobre aquilo que nos atravessa antes de sabermos dizer “eu”

Eu acho que alguns livros não são feitos para “prender” a gente: são feitos para segurar. Como uma mão discreta na nuca, guiando a travessia quando a rua está cheia de risco e distração. As Crianças tem esse tipo de presença. Ele não grita, não faz pose, não tenta ser maior do que é — […]
Leia mais »Como definir o preço de um livro de poesia independente?

Definir o preço de um livro de poesia independente é uma das decisões mais difíceis do processo editorial. Não porque faltem números, mas porque sobram camadas: custo, valor simbólico, acesso, sustentabilidade, justiça com quem escreve e com quem publica. A pergunta raramente é apenas “quanto cobrar?”, mas como precificar sem desvalorizar o trabalho — e […]
Leia mais »6 Melhores Capas de 2025: ranking de design editorial (capista Jéssica Iancoski)

Se você chegou aqui buscando Melhores Capas 2025, este post é um ranking autoral — com seis capas que se destacaram não por “enfeite”, mas por ideia, presença e coerência gráfica. São capas que funcionam na livraria, no feed, na miniatura do e-commerce e, principalmente, na memória. Todas assinadas pela capista Jéssica Iancoski, com soluções […]
Leia mais »A louca escrevendo seu nome na linha pontilhada, de Ana Dilah — poesia como assinatura, risco e sobrevivência

Há livros que não “se apresentam”: se inscrevem. A louca escrevendo seu nome na linha pontilhada, de Ana Dilah, é desses. Desde o título, a imagem é clara e incômoda: existe uma linha esperando um nome — e, com ela, tudo o que uma assinatura pode carregar (autorização, contrato, sentença, internação, pertença, culpa). Ana não […]
Leia mais »Como montar um media kit de autora: profissional e humano (bio, fotos, sinopse, contatos, links e recortes de imprensa)

Um media kit de autora é, ao mesmo tempo, um documento simples e uma chave poderosa: ele facilita convites, entrevistas, resenhas, participação em feiras, palestras, clubes de leitura, eventos em escolas e universidades — e também ajuda jornalistas, mediadores e criadores de conteúdo a falar sobre você com precisão, sem adivinhação. E aqui está o […]
Leia mais »Quantos exemplares imprimir em uma tiragem inicial?

Definir quantos exemplares imprimir na primeira tiragem é uma das decisões mais estratégicas (e mais angustiantes) da publicação independente. Porque não é só uma conta de gráfica: é uma decisão que mexe com dinheiro, espaço físico, logística, ansiedade de lançamento e, principalmente, com a expectativa de que o livro “precisa” nascer grande para ser levado […]
Leia mais »Melhores Capas 2025: análise crítica da capa de As oito mulheres, de Juliana Montanari (capista Jéssica Iancoski)

Para uma lista de Melhores Capas 2025, a capa de As oito mulheres entra como aquelas soluções que são, ao mesmo tempo, diretas e cheias de camada: um fundo amarelo chapado, luminoso e quase “solar”, sustenta um corte gráfico de silhuetas femininas em preto, com rostos em cor quente (um laranja terroso) — e um […]
Leia mais »Tempo que envelhece sem querer, de Cecília Guimarães — poesia em três movimentos para atravessar o mundo e voltar para si

Há livros que não nascem de uma ideia, mas de um período. Tempo que envelhece sem querer, de Cecília Guimarães, carrega essa marca: é poesia escrita como quem atravessa décadas, atravessa uma pandemia, atravessa a própria casa — e, no meio do caminho, percebe que o tempo não é só medida: é personagem. Um personagem […]
Leia mais »Como revisar um poema sem perder sua essência?

Revisar um poema é uma das tarefas mais delicadas da escrita. Diferente da prosa funcional ou de textos informativos, o poema vive de ritmo, silêncio, quebra, respiração e escolha precisa — muitas vezes intuitiva — das palavras. Por isso, a pergunta é legítima e recorrente: como revisar um poema sem apagar justamente aquilo que o […]
Leia mais »Melhores Capas 2025: análise crítica da capa de A dança áspera das raízes, de Bárbara Mançanares (capista Jéssica Iancoski)

A capa de A dança áspera das raízes, de Bárbara Mançanares, trabalha com uma solução que é ao mesmo tempo direta e cheia de ressonâncias: ela transforma o próprio título em imagem — e faz isso sem depender de ilustração “extra”, porque o desenho das raízes nasce do texto como continuação inevitável do que foi […]
Leia mais »Quando a primeira capa não é aprovada: por que isso acontece (e como transformar em um processo artístico coletivo)

Em algum momento do caminho editorial, muita gente vive a mesma cena: chega a primeira proposta de capa… e algo não encaixa. Não é falta de qualidade. Não é ingratidão. Não é “exigência demais”. Muitas vezes, é só a verdade mais simples do livro: a capa ainda não encontrou o tom certo. E isso faz […]
Leia mais »Uçá, de Aline Monteiro: poesia salobra, corpo-território e a coragem de transbordar

Há livros que chegam como paisagem. Uçá, de Aline Monteiro, chega como maré: não “entra” na leitura — invade. É um livro que respira no ritmo do vai e vem, e faz do corpo um litoral móvel: ora carapaça, ora carne exposta; ora mangue, ora cidade; ora água que acalanta, ora água que arrasta. Uça […]
Leia mais »Projetos culturais de publicação de livros: como não se perder em TECs, cronograma e relatório (com checklist)

Quem já executou projeto cultural de publicação de livro sabe: a parte mais difícil nem sempre é escrever o projeto — é executar sem virar refém do Termo de Execução Cultural (TEC), do cronograma e do relatório final. E isso é especialmente verdadeiro em editais ligados à PNAB, porque a regra do jogo costuma ser […]
Leia mais »Escrever com tema definido ou deixar fluir?

Essa é uma das dúvidas mais comuns — e mais bonitas — de quem escreve: é melhor começar com um tema claro, quase como um eixo, ou sentar e deixar o texto acontecer, sem mapa, sem destino? A resposta, como quase tudo na literatura, não é “um ou outro”. É entender o que cada modo […]
Leia mais »Livro na gráfica: o que acontece no pátio gráfico e quais são as etapas até o seu exemplar nascer

Quando a gente diz “o livro está na gráfica”, parece uma frase simples — mas ela carrega um universo inteiro de máquinas, checagens e mãos cuidadosas trabalhando para transformar arquivo em objeto. Para quem escreve, essa costuma ser uma das fases mais ansiosas e bonitas do processo editorial. Porque o livro já não é mais […]
Leia mais »Aprovação do arquivo preparado: o que acontece depois e como funciona a criação gráfica do seu livro (diagramação + capa)

Receber a confirmação de “arquivo preparado aprovado” é um marco enorme no processo editorial. É quando o texto deixa de estar na fase de organização e refinamento e passa a estar pronto para ganhar forma visual. A partir daqui, seu livro entra em uma etapa que mistura técnica e arte: a criação gráfica. Se você […]
Leia mais »Você não está sozinhe na pré-venda: um lembrete carinhoso no meio do caminho 💛

Tem fases da escrita que são silenciosas. Você e o texto, um acordo íntimo: palavra por palavra, como quem acende uma luz pequena em um quarto grande. E tem fases do livro que são barulhentas — não porque fazem festa o tempo todo, mas porque pedem presença. Pedem energia. Pedem repetição. Pedem que a gente […]
Leia mais »Melhores Capas 2025: análise da capa de As Crianças, de Luiz Felipe Leprevost (capista Jéssica Iancoski)

Entre as Melhores Capas 2025 destaca-se a do livro As Crianças, de Luiz Felipe Leprevost, assinada pela capista Jéssica Iancoski. O impacto visual é imediato: um fundo azul profundo contrasta com letras brancas do título, que parecem derreter-se em finos filetes. Essa combinação simples mas poderosa capta logo de cara a atmosfera poética da obra, […]
Leia mais »Quanto tempo dura o luto?, de C.B.J — um livro pequeno que abre um espaço enorme para o amor que fica

Há histórias que parecem escritas com o cuidado de quem segura um copo cheio até a borda: qualquer movimento brusco derrama. Quanto tempo dura o luto?, de C.B.J, é assim — um livro delicado, íntimo, e ao mesmo tempo muito amplo, porque entende que luto não é só tristeza: é também memória, presença, transformação, e […]
Leia mais »Como conseguir resenhas literárias honestas sem pagar por isso?

Conseguir resenhas literárias é um dos maiores desejos de quem publica um livro — especialmente para autoras e autores independentes. A pergunta aparece o tempo todo: como fazer meu livro circular, ser lido e comentado com seriedade, sem precisar pagar por isso? A resposta não é imediata, nem simples, mas existe. E passa menos por […]
Leia mais »Memórias de uma Mulher Morta, de Sandra Godinho

Capa do romance Memórias de uma mulher morta, de Sandra Godinho. A imagem da capa antecipa em tom onírico o mergulho nas lembranças que o livro oferece: o rosto sereno de uma mulher submersa em tons de azul sugere a profundidade da memória e o limiar tênue entre vida e morte. Assim é a narrativa […]
Leia mais »Rosas de Chumbo: Memória, Vozes e Resistência

Rosas de Chumbo (2025), romance híbrido de Daniela Bonafé, é uma obra literária que floresce na aridez dos “anos de chumbo” da ditadura brasileira. Desde o título paradoxal – unindo a delicadeza das rosas ao peso letal do chumbo – o livro anuncia seu propósito: resgatar do esquecimento vidas soterradas pela violência estatal e transformá-las […]
Leia mais »Guia PNAB para literatura em 2026: como ler edital, montar plano de trabalho e evitar erros comuns

A PNAB (Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura) virou, na prática, uma das portas mais importantes para viabilizar projetos literários no Brasil — especialmente para quem publica e circula poesia fora do circuito tradicional. Em 2026, o cenário continua exigindo o mesmo “combo” que decide muita inscrição: ler edital com lupa + escrever […]
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