Jéssica Iancoski lança A Pele da Pitanga na FLIP 2025 com projeto da lei PNAB II

Entre os dias 30 de julho e 3 de agosto de 2025, a escritora e editora Jéssica Iancoski participa da 23ª Festa Literária Internacional de Paraty (FLIP) com o lançamento e a circulação do livro A Pele da Pitanga, obra finalista do Prêmio Jabuti 2022, que ganha novo fôlego a partir de um amplo projeto de difusão cultural e educativa.

A presença da autora na FLIP integra o projeto “Distribuição do Livro – A Pele da Pitanga”, contemplado pelo Edital nº 032/2024 da Fundação Cultural de Curitiba, que tem como objetivo ampliar o acesso à literatura contemporânea, promovendo ações de leitura, debate e circulação gratuita da obra em diferentes formatos e territórios.

Durante a FLIP 2025, A Pele da Pitanga será apresentado ao público em encontro aberto com leitura comentada e rodas de conversa, fortalecendo o diálogo entre literatura, educação e pensamento decolonial em um dos mais importantes eventos literários do país. A participação em Paraty marca um momento simbólico do projeto, ao inserir a obra em um circuito nacional e internacional de discussão literária, ampliando seu alcance para além do contexto escolar e regional.

Publicado originalmente pela Editora Toma Aí Um Poema, A Pele da Pitanga é um livro de poesia que aborda temas como identidade, memória, território, corpo e resistência, tensionando narrativas coloniais ainda presentes no imaginário social brasileiro.

Além da circulação na FLIP, o projeto prevê a distribuição gratuita de 1.500 exemplares do livro para estudantes, professores, bibliotecas públicas e comunitárias de Curitiba, bem como a realização de encontros educativos em escolas, eventos abertos ao público e a disponibilização da obra em formatos acessíveis, incluindo audiolivro, PDF acessível e versão em braille.

Para Jéssica Iancoski, o lançamento na FLIP representa mais do que a divulgação de um livro: “É a afirmação da literatura como ferramenta de educação, escuta e transformação social. Levar A Pele da Pitanga à FLIP é também ampliar o debate sobre quais histórias estamos contando e quem tem o direito de contá-las”.

A participação da autora na FLIP 2025 reforça seu percurso como uma das vozes relevantes da literatura contemporânea brasileira e consolida o projeto como uma ação estruturante de democratização do acesso ao livro, à leitura e à reflexão crítica sobre a história e a cultura indígena no Brasil.

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