Poema de Jorge Bernardi – A Rua e As Cerejeiras, presente na nossa antologia Chorando Pela Natureza: Poesia Geopolítica Ambiental. Leia de Graça.
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Jorge Bernardi – A Rua e As Cerejeiras
Iluminada pelo doce sol de inverno
Quando florescem as cerejeiras
Acolhe a todos com o abraço fraterno
E a ternura de uma mulher brejeira
Tudo ela tem do que dela se espera:
O mercado, o hospital, o parque e a igreja.
Sinuosa passa pelo palacete e a tapera
E nas árvores está sua maior beleza
O caminhante muitas vezes a ignora
Distraído nos seus sonhos ou desilusões,
Perdido como quem anda mundo afora.
Vejo-a enfeitada de rosa de minha janela
Despertando em mim calorosas emoções
Oh! minha rua, amo você, como és bela.
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Poema: A Rua e As Cerejeiras
Poeta: Jorge Bernardi
Voz: Jéssica Iancoski | @euiancoski
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